Amplitude de controle
Quantos funcionários um administrador consegue gerenciar de maneira eficiente e eficaz? Essa questão da amplitude de controle recebeu bastante atenção dos primeiros teóricos da administração. Embora não haja consenso sobre um número específico, os primeiros autores tendiam a amplitudes menores- geralmente não mais de seis trabalhadores- para manter um controle próximo. Vários deles, entretanto, reconheceram o nível em uma organização como uma variável de contingência. Argumentavam que, à medida que um gerente sobe na organização, tem de lidar com um maior número de problemas mal estruturados. Assim, os gerentes de alto nível precisam de uma amplitude menor que os gerentes de nível médio, e estes precisam de uma amplitude menor que os supervisores.Desde meados dos anos de 1990, no entanto, estamos presenciando algumas mudanças nas teorias sobre as amplitudes eficazes de controle. Muitas organizações vêm aumentando suas amplitudes de controle. A amplitude para os gerentes nas empresas como General Eletric e kaiser Aluminium se expandiu de maneira significativa. Ela também foi expandida no governo federal, onde se implementam esforços para aumentar a amplitude de controle com a finalidade de economizar tempo nas tomadas de decisão. Cada vez mais, a amplitude de controle vem sendo determinada mediante exame das variáveis de contingência. Está óbvio que, quanto mais treinamento e experiência os funcionários tiverem, menos necessária será a supervisão direta. Os gerentes que têm funcionários bem treinados e experientes podem atuar com amplitude maior. Outras variáveis de contingência que determinarão a amplitude apropriada incluem a similaridade das tarefas dos funcionários, a complexibilidade dessas tarefas, a proximidade física dos funcionarios, o grau em que procedimentos padronizados estão estabelecidos, a sofisticação do sistema de informação administrativa da organização, a força do sistema de valores ad organização e o estilo administrativo preferido do gerente.