sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Economia

Economia

Economia (ciência económica (português europeu) ou ciência econômica (português brasileiro)), consiste na análise da produção, distribuição econsumo de bens e serviços. O termo economia vem do grego οικονομία (de οἶκος , translit. oikos, 'casa' + νόμος , translit. nomos, 'costume ou lei', ou também 'gerir, administrar': daí "regras da casa" ou "administração doméstica".
É também a ciência social que estuda a atividade económica, através do desenvolvimento da teoria económica, e que tem na administração a sua aplicação.
Os modelos e técnicas atualmente usados em economia evoluíram da economia política do final do século XIX, derivado da vontade de usar métodos mais empíricos à semelhança das ciências naturais. Pode representar, em sentido lato, a situação económica de um país ou região; isto é, a sua situação conjuntural (relativamente aos ciclos da economia) ou estrutural.
A economia é geralmente dividida em dois grandes ramos: a microeconomia, que estuda os comportamentos individuais, e a macroeconomia que estuda o resultado agregado dos vários comportamentos individuais. Atualmente, a economia aplica o seu corpo de conhecimento para análise egestão dos mais variados tipos de organizações humanas (entidades públicas, empresas privadas, cooperativas etc.) e domínios (internacional, finanças, desenvolvimento dos países, ambiente, mercado de trabalho, cultura, agricultura, etc.).
Outras formas de divisão da disciplina são: a distinção entre economia positiva ("o que é", que tenta explicar o comportamento ou fenômeno econômico observado) e economia normativa ("o que deveria ser", frequentemente relacionado com políticas públicas); a distinção entre economia ortodoxa, aquela que lida com o nexo "racionalidade-individualismo-equilíbrio", e a economia heterodoxa, que pode ser definida por um nexo "instituições-história-estrutura social".

sábado, 12 de outubro de 2013

Processos Gerenciais

                 É a aplicação de conhecimentos administrativos para organizar e gerenciar com eficiência e lucratividade qualquer tipo de empresa ou negócio. Esse tecnólogo analisa e avalia o mercado e define as estratégias de gerenciamento e a administração dos recursos materiais e financeiros de micro, pequenas e médias empresas. Gerencia o patrimônio empresarial e os funcionários, lida com orçamentos e investimentos e cuida do estoque de matérias-primas ou produtos finais. No setor financeiro, analisa os demonstrativos contábeis, avalia a manutenção de estoques, acompanha faturamentos e fluxos de caixa, além de cuidar dos investimentos. Com formação generalista, atua em todos os setores administrativos de empresas de qualquer segmento. Sua formação lhe permite, ainda, trabalhar como empreendedor, abrir e administrar o próprio negócio.

Salário inicial: R$ 1.500,00

Administração

          Administração pública é, em sentido prático ou subjetivo, o conjunto de órgãos, serviços e agentes do Estado, bem como das demais pessoas coletivas públicas (tais como as autarquias locais) que asseguram a satisfação das necessidades coletivas variadas, tais como a segurança, a cultura, a saúde e o bem estar das populações.
A administração pública é o conjunto das normas, leis e funções desempenhadas para organizar a administração do Estado em todas as suas instâncias.
A Administração Pública tem como principal objetivo o interesse público, seguindo os princípios constitucionais da legalidade,impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
Uma pessoa empregada na administração pública diz-se servidor público ou funcionário público.
Como área de estudo é uma subárea da Administração, enfocando o desenvolvimento e sistematização de conhecimentos administrativos no âmbito das organizações públicas, tendo surgido há mais de um século.

Gestor público

O gestor público tem como função gerir, administrar de forma ética, técnica e transparente a coisa pública, seja esta órgãos, departamentos ou políticas públicas visando o bem comum da comunidade a que se destina e em consonância com as normas legais e administrativas vigentes.
Nos dias atuais o papel do gestor público na administração das necessidades públicas vem a maximizar e aperfeiçoar as demandas que faz-se necessário para alcançar uma gama de objetivos estabelecidos pelos órgãos governamentais, respaldando também os anseios da comunidade onde está inserida.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

As melhores faculdades de adm

A Times Higher Education lançou nesta semana um ranking diferente: ele mede a qualidade das universidades pelo número de CEOs que elas formaram. No topo da lista? Harvard, nos Estados Unidos. Na lista, duas brasileiras: a Fundação Getúlio Vargas, que está na 35ª posição, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro, que está na 62ª posição.
De acordo com a THE, a FGV formou três presidentes de grandes empresas: Maria Graça Foster, da Petrobras, Murilo Ferreira, da Vale, e Alfredo Villela Filho, do Grupo Itaúsa. Já a UFRJ formou a presidente da Petrobras e Carlos Brito, presidente da Inbev.
Foi levado em consideração executivos que fizeram graduação ou pós-graduação nas faculdades.
PosiçãoInstituiçãoPaís
1Harvard UniversityEstados Unidos
2University of TokyoJapão
3Stanford UniversityEstados Unidos
4École PolytechniqueFrança
5HEC ParisFrança
6ENA, École Nationale d?AdministrationFrança
7University of PennsylvaniaEstados Unidos
8Massachusetts Institute of TechnologyEstados Unidos
9Keio UniversityJapão
10Seoul National UniversityCoreia do Sul

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

como gerenciar sua equipe

negatividade pode ser um dos maiores problemas nos ambientes profissionais. É como se você trabalhasse no alto de uma montanha, com ar rarefeito. Tudo parece mais cansativo. As pessoas ficam “pesadas”, reclamam pelas costas, fofocam, segregam-se e prejudicam umas às outras. Embora parte desse fenômeno seja tradicional nos agrupamentos humanos, ainda pode ser combatido.
Essa é a vantagem de trabalhar num ambiente como o meu, no qual todos tentamos ficar alertas para treinar nossas mentes e perceber como funcionam nossas negatividades. Na verdade, nossas tarefas cotidianas são como que estratégias para atingir esse objetivo.
Assim, ao longo de minha convivência de 7 meses aqui e de algumas leituras em diversas outras áreas, cheguei a 17 sugestões para lidar com a negatividade no trabalho. Todas, obviamente, foram devidamente adaptadas para pessoas que estão fora de monastérios.
1. Vá direto ao ponto: satisfaça seu cliente, não somente seu ego. Isso vai tomar menos do seu tempo. Não se identifique tanto com o trabalho a ponto de encarar toda concessão como um ataque pessoal. Faça outras coisas, tenha atividades paralelas.
2. Não tenha medo das mudanças durante os processos. Planeje-se para ser flexível.
3. Dependendo da natureza do seu trabalho, entregue partes funcionais dele regularmente. Assim você vai poder corrigir erros no início do processo, antes de ele ter se tornado complexo demais.
4. Aproxime-se de colegas que trabalham em outras áreas. Exemplo: se você é designer para internet, é útil saber como pensam os programadores e o que eles esperam de você.
5. Dê suporte para sua equipe. Isso nem sempre quer dizer comprar computadores e aumentar salários. Às vezes, simplesmente estar presente e ouvi-los já é o suficiente.
6. Vai levar mais de 2 e-mails para resolver um assunto? Use o telefone.
7. Evite horas extras e longas jornadas de trabalho. O descanso faz parte da produtividade. Pressão geralmente só leva a ter que refazer as tarefas.
8. Simplifique tudo o que puder.
9. Melhore o visual, cuide dos detalhes. Crie uma experiência divertida e interessante de ser integrante da sua equipe.
10. Agende cursos e horários para reciclagem técnica. Não como eventos paralelos e ocasionais, mas como parte do trabalho. Novas habilidades podem significar muita economia de tempo e recursos.
11. Combata a reclamação inútil. Em si mesmo e nos outros, gentilmente cortando fofocas ou implicâncias menores. Elas podem destruir ambientes de trabalho.
12. Valorize o esforço, mas combata o exibicionismo. As tentativas de “mostrar-se eficiente”, de querer “aparecer” demais, geralmente levam à falsidade e à competitividade suja. Isso desmotiva os colegas, cria um ambiente de desconfiança e tem um custo alto para sua empresa.
13. Sempre que possível, deixe as equipes se auto-organizarem. Valorize os resultados que indiquem que elas conseguiram pensar por si mesmas e assumir responsabilidades.
14. Agende reuniões de avaliação frequentes. Não espaços para choradeiras e exibicionismo. Mas encontros curtos, no qual todos respondem perguntas como “o que você está fazendo? o que queriaparar de fazer? Por quê? O que gostaria de começar a fazer a partir de agora? O que gostaria decontinuar a fazer?”
15. Defina horários para que seus funcionários trabalhem em projetos pessoais que agreguem valor para a empresa.
16. Ajude a criar um ambiente de colaboração, publicando tutoriais na internet, oferecendo serviços públicos etc. Ou pelo menos campanhas de melhor uso dos recursos ambientais. Não seja um empresário leecher (sanguessuga).
17. Não espere que as pessoas sejam lineares. Por vezes, simplesmente acordamos em crise. E não temos a mínima idéia do motivo. Nem sempre há uma explicação racional. E nem sempre precisamos de uma. Acontece com todos nós. O melhor jeito de lidar com isso é desenvolver paciência, sinceridade, comunicação clara e um certo senso de comunidade. Amanhã pode ser o seu dia ruim.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Como empreender?

E ai galera busquei um vídeo de um programa muito bom chamado Geração de Valor.
Como empreender?